Para Alice Whately Neves e Cláudio Queiroz, fundadores da empresa, Nina fortalece ainda mais a capacidade de ler diferentes fontes de dados e gerar mais profundidade e questionamentos aos trabalhos que a Liga já desenvolve
Da Redação com agências – Fotos divulgação
A Liga de Pesquisa anuncia Nina Schertel como sua nova sócia, para atuar ao lado de seus fundadores Alice Whately Neves e Cláudio Queiroz. Com 13 anos de atuação no mercado brasileiro e sólida experiência em pesquisas qualitativas, a empresa sentiu a necessidade de incluir a pesquisa quantitativa em seu portfólio, para torná-lo mais completo e por acreditar no poder da combinação das metodologias.

“Esse é um encontro de pessoas que pensam pesquisa de mercado da mesma forma, que valorizam um atendimento de excelência e têm grande comprometimento em responder às questões dos clientes”, afirma Nina. “A Nina segue a mesma linha questionadora que temos usualmente, com análises profundas, que não se prendem à uma metodologia ou a um padrão engessado de trabalhar”, acrescenta Alice, ao afirmar que o grande objetivo da Liga é responder ao questionamento dos clientes da forma mais completa e profunda possível, trazendo insights relevantes e acionáveis.
Cláudio, por sua vez, avalia que essa sempre foi a forma de trabalhar da Nina Schertel e da Liga Pesquisa e salienta o quanto isso é valorizado pelos clientes. “Queremos continuar entregando nosso trabalho exatamente da forma eficaz e assertiva como sempre fizemos, mas agora podendo combinar metodologia e ampliando olhares”, diz. “Estamos unindo profundidade qualitativa e inteligência quantitativa para entregar respostas mais completas, estratégicas e acionáveis aos nossos resultados”, completa.
Formada em Administração de Empresas pelo Insper e com MBA em Finanças pela mesma instituição, Nina está cursando uma pós-graduação em neuromarketing. “O neuromarketing me faz ter uma visão mais profunda sobre o funcionamento do cérebro humano e como isso pode impactar nas suas tomadas de decisões. Isso me ajuda a interpretar melhor os resultados encontrados em nossas pesquisas, mas também me faz pensar além dos números”, revela.

Sua trajetória profissional começou no Banco Itaú, onde atuou durante oito anos em áreas como modelagem quantitativa, validação e políticas de crédito, que possuem um forte viés de manipulação de bancos de dados, análises estatísticas e transformação de dados brutos em modelos de comportamento dos clientes. Depois, trabalhou por dez anos na Blend New Research (do grupo HSR), onde era responsável por atendimento, análise e geração de insights em projetos de pesquisa quantitativa de diferentes segmentos.
Em seus 20 anos de experiência, Nina passou pelo menos 15 anos lidando com clientes internos ou externos. Com essa bagagem, além do conhecimento técnico, ela tem a capacidade de escuta e entendimento do cliente. “Tal conhecimento técnico permite que a Liga entregue trabalhos que tragam esse complemento, ou que sejam apenas quantitativos. A capacidade de escuta faz com que o nível de atendimento de nossa empresa se mantenha também nesses modelos de projetos”, explica Alice.
Ao agregar Nina como sócia, Alice e Cláudio destacam que ela fortalece ainda mais a capacidade da Liga Pesquisa de ler diferentes bases de dados e juntar tudo isso para gerar mais profundidade e questionamentos aos trabalhos que a empresa desenvolve para seus clientes. “Às vezes um cliente possui um volume enorme de dados, de diferentes fontes, como pesquisa, CRM, vendas etc, mas só consegue tirar resultados mais básicos disso. Acreditamos que cada base de dados traz um potencial enorme de análises, permitindo ir muito além do que um resultado básico, afirma Cláudio. “E se, além disso, a gente consegue combinar diferentes fontes de dados, aí o céu é o limite!”, acrescenta Alice. Sobre isso, Nina conta: “Eu gosto de falar que amo ‘brincar com bases de dados’ e ver o que elas podem me contar”.
A nova sócia também irá fortalecer a atuação da Liga Pesquisa com sua experiência com Inteligência Artificial. “Eu, Alice e Cláudio acreditamos na importância de acompanhar os movimentos e novidades, mas também em ter um olhar questionador sobre os resultados gerados. Nos últimos dois anos criei alguns agentes para auxílio de tarefas rotineiras, além de trabalhar com algumas ferramentas que usam IA no âmbito de pesquisa, como, por exemplo, a AIMI, que faz modelagem do comportamento do cérebro humano. Uso IA no dia a dia, mas acho que o fato de ter essa grande bagagem estatística me faz ‘entender’ um pouco melhor como as IAs funcionam e, portanto, ter um olhar mais questionador e atento”, diz Nina.










